20 janeiro, 2011

Reflexos

É tão fácil bajular, ser agradável, prestativo, dócil, apoiar as pessoas e colocá-las para cima, oferecendo-as qualidades inexistentes. Existe uma necessidade de aceitação, como se só fosse possível alcançar o sucesso ou a auto-realização através aprovação do “outro”. É nesse ponto que a ética perde o sentido e aquilo em que se acredita já não tem mais tanta importância. O lado pernicioso é inevitável e um novo chapéu entra em ação. O ser humano possui vários tipos de chapéus e os vai trocando conforme suas necessidades. É assim que a vida funciona e é assim que vai continuar funcionando. Nem sempre a escolha do chapéu é uma tarefa simples. Então, a maioria opta pelo mais fácil, ainda que não o correto, porque o que importa é uma boa imagem. É comum acreditar que os estão a nossa volta querem ser “paparicados” todo o tempo. As pessoas não se importam umas com as outras, e a hipocrisia passa a ser uma qualidade: é melhor ter amizades medíocres a não ter amizade alguma.

Eu não passo o tempo tentando agradar a todos e talvez por isso seja taxada de antipática. Mas me orgulho em dizer: EU NÃO SOU UMA MENTIRA!

3 comentários:

Cocamonga baby! disse...

Essa maldita inclinação de que só seremos felizes se nos aliarmos a outras pessoas. Eu gosto de estar sozinho, de realizar minhas funções sozinho, gosto de não ter de depender de ninguém, de saber que fiz e venci sozinho. Egoísmo? Não concordo. Vejo como auto-suficiência.

Incógnita disse...

Esse é o ponto fundamental.. Ainda que tenhamos aliados, a nossa felicidade só depende de nós mesmos!

Anônimo disse...

esta tão precura felicidade esta bem mas berto doque vc imagina basta vc olhar a sua volta ou mesmo na sua frente,nossa que amor lindo incónita parabéns por este amor ,esta paixão esta estanpada no seu rosto, pena esta pessoa ñ esta engergando isto